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Calendário de provas em botes baleeiros - época de 2011 | |||||||||||||||||||||||||||
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"Senhora do Socorro" venceu prova de vela da Semana dos Baleeiros Com a presença de 31 botes baleeiros, decorreu nas Lajes do Pico mais uma edição da Regata à Vela em Botes Baleeiros da Semana dos Baleeiros. O vencedor foi o bote "Senhora do Socorro", da freguesia do Salão (Faial), tendo Pedro Garcia como oficial. "Diana", com Igor Azevedo como oficial, em sexto lugar, foi o melhor classificado de entre os botes do CNLP. [ ver classificações ] |
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"Maria Armanda" vence nas Ribeiras em vela e em remo feminino O bote "Maria Armanda", do CNLP, com Paulo Alves como oficial, venceu a prova de vela da Regata João Baptista Medina, realizada em Santa Cruz das Ribeiras. A prova de remo feminino foi ganha tembém pelo bote "Maria Armanda", contando com Adriana Costa como oficial. [ ver classificações ] |
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"Maria Armanda" vence Regata de São Mateus do Pico O bote "Maria Armanda", do CNLP, com Paulo Alves como oficial, venceu a prova de vela realizada em São Mateus. Nos três lugares seguintes classificaram-se três equipas do Faial, ficando o "Ester", com José Brum como oficial, em quinto lugar. Nas provas de remo, o bote "Maria Armanda", com Paulo Alves e Adriana Costa como oficiais, ficou classificado em segundo lugar. [ ver classificações ] |
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"Maria Celeste" e "Maria Armanda" vencem provas na Calheta do Nesquim O bote "Maria Celeste", do CNLP, com Mickael Medina como oficial, venceu a prova de vela na Calheta do Nesquim. No segundo e terceiro lugar classificaram-se dois outros botes do CNLP: o "Liberdade" e o "Maria Armanda", com Ruben Fagundes e Paulo Alves como oficiais. A prova de remo feminino também foi ganha por um bote do nosso Clube, o "Maria Armanda", sendo Adriana Costa a oficial. [ ver classificações ] |
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Bote "Maria Celeste" vence Regata Terra Baleeira O bote baleeiro "Maria Celeste", do CNLP, com Mickael Medina como oficial, venceu a Regata Terra Baleeira. Prevista para ser efectuada em duas etapas, entre a Calheta e as Lajes do Pico, esta regata foi suspensa no porto das Ribeiras, devido às condições meteorológicas adversas. "São Joaquim", "Boavista" (ambos do CN das Ribeiras) e "Diana" (do CNLP) classificaram-se nas posiçõe seguintes. [ ver classificações ] |
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Regata "Moby Dick II" em botes baleeiros Organizado pela Esplanada "Moby Dick II", decorreu já a primeira prova de botes baleeiros do ano. Contando apenas com embarcações do Clube Náutico das Lajes do Pico, e somente na modalidade de vela, esta regata foi ganha pelo bote "Maria Celeste", com Mickael Medina como oficial. |
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Semana do Mar: Clube Náutico das Lajes do Pico vence provas de remo Tiveram lugar na Horta, em princípios de Agosto de 2010, as regatas de botes baleeiros integradas na Semana do Mar. A prova de vela foi ganha pelo bote "Capelinhos", do Faial, com Luís Decq Mota como oficial. O bote "Maria Armanda", do CNLP, com Paulo Alves e Adriana Costa como oficiais, venceu as duas provas de remo (masculino e feminino). |
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Clube Náutico na V Regata Internacional de Botes Baleeiros Integrado na equipa da ilha do Pico, o CNLP esteve presente na V Regata Internacional de Botes Baleeiros que este ano se realizou em New Bedford, nos Estados Unidos. As tripulações da ilha do Pico venceram as provas de remo masculino e feminino. As provas de vela, masculino e feminino, foram ganhas pelas equipas do Faial. |
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CNLP recebe novo bote baleeiro "Maria Celeste" Nas Lajes do Pico voltaram a ser lançados foguetes para saudar a chegada de um novo bote baleeiro: desta vez o "Maria Celeste". Construído no estaleiro da Piedade, de Manuel Monteiro, este bote vem substituir a embarcação com o mesmo nome que se encontrava já em estado de muito uso e grande desgaste. |
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Ferrol botes baleeiros ficaram na memória da Galiza Regressados da Galiza, onde estiveram prsentes no VIII Encontro de Embarcacións Tradicionais de Galicia, encontram-se já entre nós os membros do Clube Náutico que ali representaram o Clube, as Lajes do Pico e os Açores. Pela sua estética e velocidade, o bote baleeiro cativou a atenção e simpatia de todos os presentes. Brevemente apresentaremos aqui uma reportagem alargada desta viagem. |
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- CAMPEONATO REGIONAL DE BOTES BALEEIROS - REGULAMENTO DE PROVAS DE VELA E REMO REGRAS GERAIS Artigo 1
- Âmbito - As Regatas de Botes Baleeiros, à vela ou a remo, regem-se, na generalidade, pelo disposto no presente Regulamento e pelas respectivas Instruções de Regata. Artigo 2
- Requisitos para a realização de regatas - Para todas as regatas será elaborado, e previamente distribuídos a todos os concorrentes, pelo Clube ou Instituição que a promovam, os respectivos: "Anúncio de Regata" e "Instruções de Regata", a elaborar pela a respectiva entidade organizadora. Artigo 3
- Anúncios de Regata - O Anúncio de regata deverá obrigatoriamente incluir: a) Local de realização; b) Dia e hora; c) Sorteios; d) Prémios; e) Programa social. Artigo 4
- Instruções de Regata - As Instruções de regata deverão obrigatoriamente especificar: a) Inscrições; b) Regras especificas; c) Alterações; d) A hora e local da realização do sorteio; e) Percurso a realizar e a definição da linha de chegada; f) A duração da prova, com indicação do tempo-limite para a realização da prática; g) Carta em escala reduzida em conformidade com as classificações. As Instruções de regata serão entregues a todos os oficiais dos botes participantes uma hora antes do início da prova. Artigo 5
- Júri ou Comissão de Regata - Para que qualquer regata se realize é necessário a constituição de um júri ou comissão de regata, da responsabilidade do organizador, e composta num mínimo por 3 elementos escolhidos de entre pessoas de reconhecida idoneidade na matéria e reconhecida competência na navegação à vela e a remos com Botes Baleeiros. É obrigatório a presença de membros do Júri tanto no mar como em terra. Artigo 6
- Classificações - Em função da ordem de chegada serão atribuídos pontos a cada bote que largue e termine uma regata e que posteriormente não desista ou seja desclassificado, pela seguinte ordem: 1- O pontos; 2- 3 pontos; 3- 6 pontos; 4- 8 pontos; 5- 1O pontos; 6- 12 pontos; 7- 13 pontos; 8- 14 pontos; A cada lugar seguinte adicionar mais 1 ponto. Considerar que cada bote pode "deitar fora" as três piores classificações. Exemplo: estando estipulado que o número oficial de provas da época serão oito, só contarão para efeito de apuramento do "Campeão Regional de Regatas à Vela em Botes Baleeiros" as suas melhores cinco pontuações. Naturalmente que a não participação de um bote numa das oito regatas "obrigatórias", essa, a que faltou, é considerada como tendo sido "deitada fora". Para efeito de classificação final do Campeonato Regional o bote que não realizar um mínimo de cinco classificações não será considerado. Empates - Quando houver um empate na pontuação entre dois ou mais botes será desfeito a favor do que tiver maior número de primeiros lugares, ou, persistindo o empate, com maior número de segundos, ou Iugares inferiores se necessário, considerando somente os pontos de cada bote das regatas seleccionadas para o apuramento final. Se mesmo assim o empate continuar, será desfeito a favor do bote com o melhor resultado na última regata em que os botes empatados se defrontaram. (Recomenda-se às comissões organizadoras das provas a utilização de câmara de filmar, com o intuito de captar imagens das entradas na linha de chegada, como elemento de prova em eventuais reclamações.) Na hipótese de haver uma entrada na linha da meta de dois ou mais botes em simultâneo, com impossibilidade de o júri determinar com rigor uma ordem de chegada, receberão os pontos correspondentes ao lugar mais baixo em disputa, não havendo o lugar seguinte. (Se, por exemplo, entrarem dois botes lado a lado para o 4º lugar, serão considerados ambos com os pontos correspondentes ao 4º e o seguinte bote a entrar será considerado 6º) As classificações finais e definitivas, contendo a lista com a ordem de chegada dos concorrentes, será obrigatoriamente afixada em lugar público e posteriormente enviada para o Presidente da Comissão Consultiva do Património Baleeiro, para arquivo. Artigo 7
- Competências do Júri ou Comissão de Regata - Compete ao Júri de cada Regata: a) Garantir o cumprimento do presente Regulamento em todos os seus aspectos e verificar se os Botes Baleeiros estão conforme a legislação em vigor; b) Presidir ao sorteio a que se a que se refere o artigo 8º deste Regulamento; c) Dar a partida e registar o momento da chegada à meta de cada Bote, marcando o tempo respectivo; d) Ordenar as classificações por ordem crescente do tempo realizado; e) Desclassificar os botes que cometam, nos termos previstos neste Regulamento, infracções passíveis dessa penalização; f) Apreciar e decidir, sem direito a recurso, sobre os protestos que lhe sejam apresentados até uma hora depois de terminado o tempo de regata previsto nas respectivas Instruções de Regata; g) Interpretar e decidir sobre eventuais casos omissos. As deliberações do Júri serão tomadas com base nos princípios gerais da prática desportiva relativas às modalidades em apreço. O Júri para cada época será constante e nomeará entre si as funções que entenda necessárias, assim como o escalonamento para as diferentes provas. Entende-se que o elemento do Júri pertencente ao Porto onde se realiza a regata em questão, será o Presidente do mesmo. (Não determinará entre si quem será o Presidente do Júri, informado desse facto os organizadores da regata) Artigo 8
- Cancelamento ou anulação da prova - A organização de cada prova reserva-se ao direito de alterar, cancelar ou anular a realização da prova quando, por motivos imprevistos, designadamente as condições meteorológicas, ou outros motivos de força maior, assim o aconselhem. Artigo 9
- Apoios no mar - Nos portos onde se realizem regatas é do maior interesse que as lanchas desses portos participam nas mesmas. Por duas razões bem claras: a primeira porque tem maior experiência desses portos e a segunda porque todas são poucas em caso de acidentes. Artigo 10
- Regras - a) É proibida a montagem de quaisquer aparelhos de força (concretamente, brandais, adriças, escotas); b) As regatas terão a duração que a organização da prova assinalar nas instruções de regata; c) Sempre que for atingido o tempo limite estipulado, sem que qualquer concorrente ultrapasse a linha de chegada, a regata será anulada; d) A linha de chegada será assinalada por duas balizas previamente definidas; e) Todas as entradas de concorrentes serão acompanhadas por um sinal sonoro na lancha do Júri; f) São aplicáveis as leis de abalroamento em vigor para a navegação à vela. O bote responsável, em situação de abalroamento, será desclassificado; g) Qualquer toque de um bote nas bóias de sinalização do percurso e da chegada implica a desclassificação. Essa penalidade é entretanto levantada se o bote que cometeu a infracção volta a passar a mesma bóia sem lhe tocar; h) Não é permitido, sob pena de desclassificação, o uso de "sentabordo" (tábua de bolina) nem de qualquer lastro que não seja o resultante do peso próprio da tripulação e da palamenta tradicional embarcada; i) Só podem participar botes baleeiros com as suas palamentas tradicionais; j) Cada bote não poderá participar com menos (ou mais) de 7 elementos; k) Não será autorizado a partir em regata à vela qualquer bote que tenha algum tripulante sem colete salva-vidas vestido. O júri desclassificará igualmente o bote em que durante o período de tempo entre a partida e chegada de uma regata (ou perna de regata) navegar com algum tripulante sem colete; l) O percurso será o constante do Anúncio de Regata prévio, da responsabilidade da organização da prova, acompanhado do respectivo "croqui" da baía ou porto; m) Durante as regatas serão observadas as regras de navegação e segurança no mar, tendo em atenção, se possível, as regras da l.Y.R.U.; n) A deslocação dos botes na prova à vela apenas será feita com a utilização da vela grande (pano) e de uma das 3 gibas que cada bote pode conter na sua palamenta (grande ou gibão, do meio e pequena), só podendo recorrer a outros meios no caso de salvaguarda pessoal ou de haveres, próprios ou alheios, e desde que daí não resulte vantagem na sua posição em prova. Artigo 11
- Balizagem - Em todas as regatas é obrigatório uma balizagem bem visível de qualquer ponto do percurso, de preferência bóias com bandeira. Artigo 12
- Publicidade - É proibido qualquer afixação de publicidade nas velas ou cascos dos botes. Artigo 13
- Largadas - As largadas serão dadas sempre para a bolina, ou seja, na linha do vento. As posições dos botes baleeiros na largada serão ordenadas por ordem crescente, a partir da lancha designada para júri e após sorteio a realizar entre os oficiais sob a direcção do júri das provas. A preparação da largada será iniciada com o levantar de uma bandeira, bem visível (cor azul ou vermelha ou outra que acharem por bem), na lancha ao que se seguirá a largada propriamente dita, assinalada com um sinal sonoro em simultâneo com o baixar da bandeira. Convém que a preparação dure pelo menos 5 minutos. Artigo 14
- Regras das regatas à vela - a) A lancha do júri reboca os botes por ordem crescente do sorteio, estando estes amarrados uns aos outros com um cabo com o comprimento de 15 metros; b) A lancha do Júri cumprirá a linha de partida definida nas instruções de regata estando a barlavento dos botes; c) Os botes estarão com os mastros no ar e com a vela grande e giba arreados, só os podendo içar depois do sinal de partida; d) Após o sinal de partida cada bote tem o dever de largar o cabo de reboque que o prende ao seguinte; e) O Júri poderá determinar nova partida, no caso de o vento ter rondado, colocando a lancha a sotavento dos botes, ou no caso do procedimento de qualquer bote ter prejudicado terceiros ou infringindo estes regulamentos. A tomada desta decisão implica a desclassificação do bote que cometer a infracção; f) No caso de determinar nova partida a lancha do júri deverá navegar pela proa de todos os botes com a bandeira que deu a largada içada produzindo sinais sonoros prolongados. Artigo 15
- Regras das regatas de remo - a) A regata a remo será realizada numa distância aproximada de uma milha marítima; b) Cada bote será deslocado com seis remos, podendo, todavia, ser utilizado a bordo um sétimo remo na condição de suplente; c) Nessa regata os botes poderão ser aligeirados do essencial da sua palamenta; d) Ao oficial compete o governo do bote em direcção à meta, evitando abalroar qualquer concorrente ou impedir deliberadamente a sua progressão no caso de ter sido ultrapassado; e) O oficial não pode ajudar o 1º remo, sob pena de desclassificação; f) O oficiaI dirigirá a embarcação em direcção à meta, por forma a evitar abalroar qualquer das outras embarcações concorrentes, não podendo emendar de remo quando o bico de proa de um bote, navegando em linha paralela, estiver pelo extremo da popa do seu bote. O não cumprimento desta regra é passível de desclassificação; g) Na largada todos os botes concorrentes estarão alinhados pela proa de acordo com a numeração ditada pelo respectivo sorteio e na ordem crescente "da terra para o mar"; h) A partida será anulada se no momento do sinal de partida algum bote tiver o bico da proa para além da linha de partida; i) O sinal de partida será dado pelo arriar de uma bandeira azul acompanhada de sinal sonoro; j) No caso de anulação da partida a lancha do Júri navegará pela proa dos botes com a bandeira da largada içada, proferindo 3 sinais sonoros prolongados. Nota - Todas as lanchas terão o rádio sintonizado no canal 6 (seis) e obedecerão durante a prova ao Presidente do Júri que as fará dividir pelas diversas posições dos botes em regata, de modo a acorrerem em emergência no menor espaço de tempo possível. |
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